Sangue Do Bem
Cada gota tem amor !
Faça a diferença na vida de quem precisa
Onde Doar
Por que se tornar um doador?
O sangue é essencial para os atendimentos de urgências, realização de cirurgias de grande porte e tratamento em pessoas com doença falciforme e talassemias, por exemplo, além de doenças oncológicas variadas que frequentemente necessitam de transfusão.
Como se tornar um doador de sangue?
Ter idade entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos precisam do consentimento formal do responsável legal);
Benefícios para o doador
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NCheck-up gratuito
Antes da retirada, são realizados uma série de exames para certificar que o doador está apto para o processo. Em outras palavras, é uma investigação para saber se o sangue é seguro e pode ser repassado para outras pessoas sem oferecer riscos.
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NDia de folga
Em meio a uma rotina repleta de compromissos e tarefas, ter um dia de folga é essencial para recarregar as energias. Sendo assim, ao doar sangue, você tem a garantia de se ausentar do trabalho por um dia, sem descontos ou penalidades.
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NProtege o coração
Existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz o nível de radicais livres e diminui a viscosidade do sangue, permitindo que os doadores sejam menos propensos a desenvolverem doenças do coração.
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NMenos risco de câncerCom a doação, há uma renovação das células, o que pode contribuir para a redução dos riscos de desenvolver câncer no pulmão, fígado e garganta. Ou seja, é um enorme benefício para a saúde pessoal.


14 de junho
Dia Mundial do Doador de Sangue


25 de novembro
Dia Nacional do Doador de Sangue
Tipos sanguíneos e grupos compatíveis




Etapas da doação de sangue
Totalmente monitorizado por um sistema informatizado, que acompanha cada etapa, desde a captação dos doadores, exames sorológicos e imunohematológicos, testes de compatibilidade até o ato transfusional


Mobilização de doadores
Recepção e cadastro do doador em sistema informatizado com código de barras.


Triagem
Além dos sinais vitais e testes de anemia, o doador responde a questões visando sua segurança e a do receptor.


Coleta
A coleta é ralizada em bolsa plástica estéril e descartável


Fracionamento
O sangue é coletado e encaminhado ao laboratório para separação dos hemocomponentes


Testes sorológicos e imunohematológicos
O sangue é coletado e encaminhado ao laboratório para separação dos hemocomponentes


Armazenamento
Estando todos os exames isentos de qualquer anormalidade é colocado a disposição para a transfusão


Transfusão
Quando solicitada a transfusão, o sangue passa por novos exames a fim de testar a perfeita compatiblidade
O que impede a doação?
São realizados exames sorológicos (HIV, HTLV, Hepatite B e C, sífilis e Chagas) em todas as doações de sangue, porém existe um período denominado janela imunológica (ou sorológica) em que uma pessoa pode estar infectada e não ser detectado pelos exames. Por esse motivo existem prazos prolongados após situações de risco aumentado de exposição a vírus ou bactérias que possam ser transmitidos pela transfusão de sangue.
Comportamento sexual
É considerado inapto temporário por 12 meses o candidato à doação de sangue que tenha sido exposto a qualquer uma das situações abaixo nos últimos 12 meses:
– Sexo em troca de dinheiro ou de drogas e seus respectivos parceiros sexuais;
– Relação sexual ou de seu parceiro com um ou mais parceiros ocasionais e/ou desconhecidos;
– Vítima de violência sexual e seus respectivos parceiros sexuais;
– Relação sexual com pessoa portadora do vírus HIV, hepatite B ou C ou outra infecção de transmissão sexual e sanguínea;
– Parceiros sexuais de pessoas que estejam em programa de terapia renal substitutiva (hemodiálise) ou com histórico de transfusão de hemocomponentes ou derivados;
– Uso de profilaxia pré ou pós-exposição ao HIV.
Outras situações de comportamento sexual que possam oferecer maior risco de exposição a vírus transmissíveis pelo sangue serão avaliadas durante a triagem clínica.
Cirurgias
Amigdalectomia: aguarde três meses após o procedimento.
Apendicectomia: aguarde três meses após o procedimento.
Cirurgia bariátrica disabsortiva ou mista (derivações jejuno-ileais, Scopinaro, Duodenal Switch, Fobi-Capela, bypass intestinal): impede a doação de sangue em definitivo.
Cirurgia bariátrica restritiva (banda gástrica ajustável, gastrectomia em manga): aguarde um ano após a cirurgia desde que esteja em acompanhamento médico e apresente relatório médico informando seu estado de saúde.
Cirurgia cardíaca: impede a doação de sangue em definitivo.
Cirurgia de miopia ou catarata: apto após alta do médico oftalmologista.
Cirurgia plástica sob anestesia local: aguarde três meses após o procedimento.
Cirurgia plástica sob anestesia peridural, raquimedular ou geral: aguarde seis meses após o procedimento.
Cirurgias por laparoscopia: aguarde seis meses após o procedimento.
Colecistectomia: aguarde seis meses após o procedimento.
Colectomia: aguarde um ano após o procedimento, caso não seja câncer.
Colposcopia, conização: aguarde seis meses após o procedimento, caso não seja câncer.
Dermatológicas (retirada de verrugas, manchas e pequenos procedimentos): pode doar após a cicatrização. Caso tenha suspeita de câncer ou a amostra tenha sido encaminhada para biópsia, aguarde o resultado da biópsia confirmando ausência de células cancerosas.
Esplenectomia: impede a doação de sangue em definitivo, exceto se for pós-traumática (nesse caso, aguarde 12 meses pós-trauma).
Extração de cálculos renais: aguarde três meses após o procedimento.
Hemorroidectomia: apto após três meses.
Histerectomia: aguarde seis meses após o procedimento.
Laminectomia: aguarde seis meses após o procedimento.
Pneumectomia ou lobectomia: impede a doação de sangue em definitivo.
Ressecção de varizes: aguarde três meses após o procedimento.
Retirada de nódulo benigno de mama: aguarde seis meses após o procedimento.
Tireoidectomia: aguarde seis meses após o procedimento, caso não seja câncer ou doença de Graves. Apresentar laudo médico.
Vasectomia: aguarde um mês após o procedimento.
Doenças Sintomas e problemas de saúde
Abcesso pulmonar: aguarde um ano após a cura.
Acidente e contato com material biológico com mucosa e/ou pele não íntegra: aguarde 12 meses após o acidente ou após término do uso da profilaxia.
Alergia: impede a doação na fase aguda e durante o tratamento. Deve estar assintomático no dia da doação.
Amigdalite: aguarde 14 dias após o fim do tratamento.
Anemia ferropriva ou por outras deficiências nutricionais: aguarde seis meses após a cura.
Anemia hereditária (talassemia): impede a doação de sangue em definitivo.
Aneurisma intracraniano: impede a doação de sangue em definitivo.
Antecedente de acidente vascular cerebral: impede a doação de sangue em definitivo.
Artrite reumatóide: impede a doação de sangue em definitivo.
Artrose: não impede a doação de sangue.
Asma grave (crises recorrentes e necessidade de controle com medicamentos): impede a doação de sangue em definitivo.
Asma leve (menos de uma crise por trimestre): aguarde pelo menos sete dias após a última crise e sem uso de medicamentos.
Auto-hemoterapia: aguarde 12 meses após o procedimento.
Babesiose: impede a doação de sangue em definitivo.
Bronquite e asma grave (crises recorrentes e necessidade de controle com medicamentos): impede a doação de sangue em definitivo.
Câncer: impede a doação de sangue em definitivo, ainda que o candidato esteja curado.
Cancro mole: aguarde um ano após o tratamento.
Catapora: aguarde 21 dias após a cura.
Caxumba: aguarde 21 dias após a cura.
Cirrose hepática: impede a doação de sangue em definitivo.
Cistite: aguarde 15 dias após a cura.
Cisto pilonidal: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Citomegalovirose: aguarde três meses após o desaparecimento dos sintomas.
Coagulopatia adquirida e hereditária: impede a doação de sangue em definitivo.
Colite ulcerativa: impede a doação de sangue em definitivo.
Conjuntivite: aguarde sete dias após a cura.
Covid-19: aguarde 10 dias após o fim dos sintomas, desde que sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Pessoas em contato com casos suspeitos ou confirmados devem aguardar sete dias desde o último contato.
Dengue clássica: aguarde 30 dias após a cura.
Dengue hemorrágica: aguarde seis meses após a cura.
Diabetes tipo I: impede a doação de sangue em definitivo.
Diabetes tipo II insulino-dependente: impede a doação de sangue em definitivo.
Diarreia: aguarde 7 dias após o fim dos sintomas.
Divertículo: apto se assintomático.
Doença autoimune (lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, tireoidites imunes como doença de Graves, hipotireoidismo de Hashimoto, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.
Doença cardiovascular grave (ex: doença coronariana, angina, infarto, arritmia grave, malformações cardíacas, insuficiência cardíaca, aneurismas, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.
Doença de Chagas: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença de Creustzfeldt Jakob (vaca louca) ou histórico familiar de encefalopatia espongiforme humana e suas variantes: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença de Crohn: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença de Guillain-Barret: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença hemorrágica congênita ou adquirida: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença pulmonar grave (enfisema, doença pulmonar obstrutiva crônica, histórico de tromboembolismo pulmonar): impede a doação de sangue em definitivo.
Doença renal crônica: impede a doação de sangue em definitivo.
Doença neurológica (esclerose em placa, esclerose múltipla, hematoma extra ou subdural com sequela, miastenia gravis, neurofibromatose forma maior): impede a doação de sangue em definitivo.
Elefantíase (filariose): impede a doação de sangue em definitivo.
Encefalite viral aguda: aguarde seis meses após a cura, se não houve sequelas.
Endometriose: não impede a doação.
Enterovirose: aguarde três meses após a cura.
Enxaqueca: apto se assintomático e sem uso de medicamentos.
Epilepsia: após três anos sem medicamentos e sem novas crises.
Erisipela: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Esofagite crônica: apto se assintomático.
Esquistossomose hepática ou hepatoesplênica: impede a doação de sangue em definitivo.
Esquistossomose hepatoesplênica: impede a doação de sangue em definitivo.
Esquistossomose intestinal: apto após o tratamento.
Esquizofrenia: impede a doação de sangue em definitivo.
Estenose esofagiana: impede a doação de sangue em definitivo.
Febre amarela: aguarde seis meses após a cura.
Febre reumática: impede a doação de sangue em definitivo.
Feocromocitoma: impede a doação de sangue em definitivo.
Fratura sem cirurgia: apto após 15 dias.
Furunculose: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Gastrite aguda: se não houver hemorragia e/ou realização de endoscopia, aguarde 15 dias.
Gastroenterite: aguarde 15 dias após o fim dos sintomas.
Glaucoma: apto se controlado e sem uso de medicação por pelo menos 48h.
Gonorreia: aguarde um ano após o tratamento.
Gota: apto se assintomático.
Gripe A ou influenza A (H1N1) ou gripe suína: casos suspeitos ou confirmados devem aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas. Contatos de casos confirmados ou suspeitos também devem aguardar 15 dias.
Gripes ou resfriados: aguarde 14 dias após o fim dos sintomas.
Hanseníase: impede a doação de sangue em definitivo.
Hematoma sub e extradural: aguarde ano sem sequelas.
Hemocromatose: impede a doação de sangue em definitivo.
Hepatite A: não impede a doação caso a infecção tenha ocorrido antes dos 11 anos de idade.
Hepatite B ou C: impede a doação de sangue em definitivo.
Herpes genital: aguarde um ano após o tratamento.
Herpes labial: apto após a cura das lesões.
Herpes Zóster: aguarde seis meses após a cura.
Hiperaldosteronismo, hiperfunção hipofisária, hipopituarismo, insuficiência suprarenal, síndrome de Cushing: impede a doação de sangue em definitivo.
Hipertensão (pressão alta): não impede a doação, desde que a pressão esteja controlada no dia (menor que 180mmHg/100mmHg) e que o medicamento em uso não impeça o ato.
Hipotensão (pressão baixa): a pressão do candidato deve estar minimamente em 100mmHg/60mmHg para que a doação seja efetivada.
Hipotireoidismo: doador deve trazer um relatório do seu médico informando se a doença tem origem autoimune ou não. Hipotireoidismo de Hashimoto (origem autoimune) impede a doação de sangue em definitivo. Hipotireoidismo sem causa autoimune não impede a doação nem requer suspensão do uso do medicamento (levotiroxina, por exemplo).
Histórico de convulsão febril, metabólica ou pós-trauma: apto após dois anos sem sintomas nem medicamentos.
Histórico de transfusão de sangue: aguarde um ano após o procedimento.
HIV/AIDS: impede a doação de sangue em definitivo.
HPV: aguarde um ano após o tratamento.
Infecção por HTLV: impede a doação de sangue em definitivo.
Infecção urinária: aguarde 14 dias após o fim do tratamento.
Labirintite: apto 30 dias sem crise e sem uso de medicamentos.
Malária: aguarde 12 meses após a cura.
Malária febre quartã (Plasmodium malariae): impede a doação de sangue em definitivo.
Malformação óssea congênita: não impede a doação.
Malformação renal: apto, se não houver alteração funcional.
Meningite: aguarde seis meses após a cura.
Mononucleose: aguarde seis meses após a cura.
Neurofibromatose: apto se forma menor e desde que não acometa a área de punção (dobra do braço).
Osteomielite aguda: aguarde dois meses após a cura.
Otite: aguarde 15 dias após a cura.
Pancreatite aguda: aguarde seis meses após a recuperação.
Pedra na vesícula (litíase biliar): apto após 30 dias da última crise de cólica biliar.
Pedra nos rins (litíase renal): apto se assintomático e sem uso de medicamentos
Pênfigo foliáceo: impede a doação de sangue em definitivo.
Pielonefrite: aguarde um mês após o fim do tratamento. Só poderá doar se não houver sequelas.
Pleurite: aguarde seis meses após o tratamento.
Pneumonia com necessidade de internação hospitalar: aguarde seis meses após a cura.
Pneumonia intersticial ou por hipersensibilidade: impede a doação de sangue em definitivo.
Pneumonia sem necessidade de internação hospitalar: aguarde três meses após a cura.
Pneumotórax espontâneo: apto após três meses.
Porfíria: impede a doação de sangue em definitivo.
Poliomielite: apto após um ano.
Punção de nódulo mamário: aguardar resultado de biópsia. Caso não identifique células cancerosas, poderá doar após completa cicatrização do local da punção.
Retocolite ulcerativa: impede a doação de sangue em definitivo.
Rinite: apto se assintomático e sem uso de medicamentos.
Rins policísticos: impede a doação de sangue em definitivo.
Sífilis: impede a doação de sangue em definitivo. Devido à sensibilidade do exame realizado no Hemocentro, uma pessoa que teve sífilis sempre apresentará reatividade na sorologia e, por isso, a doação é bloqueada.
Síndrome de Ehlers Danlos: inaptidão definitiva.
Síndrome nefrótica: impede a doação de sangue em definitivo.
Sinusite: aguarde 15 dias após a cura.
Tendinite: apto após o tratamento.
Teratoma benigno: apto 6 meses após a cirurgia e apresentação de relatório médico.
Teratoma maligno: inaptidão definitiva.
Tétano: aguarde seis meses após a cura.
Toxoplasmose: aguarde 12 meses após a cura.
Traço falciforme: não impede a doação.
Transplante de córnea: impede a doação de sangue em definitivo.
Traumatismo craniano: apto após um ano e sem sequelas graves.
Tricomoníase: aguarde um ano após o tratamento.
Tromboembolismo pulmonar: impede a doação de sangue em definitivo.
Trombose venosa profunda: aguarde seis meses após o fim do tratamento. Se recorrente, impede a doação de sangue em definitivo.
Tuberculose extrapulmonar: impede a doação de sangue em definitivo.
Tuberculose pulmonar: aguarde cinco anos após o término do tratamento e sem sequelas.
Úlcera gástrica e/ou duodenal: aguarde 12 meses após a cura.
Uretrite: aguarde 30 dias após a cura (exceto se de origem gonocócica, quando o impedimento passa a ser de um ano).
Vaginite: aguarde sete dias após a cura.
Valvulopatia congênita ou adquirida: impede a doação de sangue em definitivo.
Varicela (catapora): aguarde 21 dias após a cura.
Varíola do Macaco (Monkeypox): inapto até que todas as lesões estejam totalmente resolvidas e no mínimo 21 dias após o inicio dos sintomas. Candidatos à doação com contatos próximos assintomáticos de pessoas ou animais infectados colocados sob vigilância de febre ou aparecimento de outros sinais e/ou sintomas por 21 dias (período de incubação) estão inaptos para doação de sangue e componentes por 21 dias.
Varizes: aguarde três dias após tratamento com laser, ou aguarde 7 dias caso o tratamento tenha sido com glicose hipertônica.
Vitiligo: não impede a doação.
Exames
Contraste aéreos (ressonância nuclear magnética): aguarde sete dias após o procedimento.
Contraste baritado (esofagograma, seriografia eed): não impede a doação.
Contraste iodado (tomografia computadorizada): aguarde sete dias após o procedimento.
Procedimento endoscópico (endoscopia, colonoscopia, broncoscopia): aguarde seis meses após o procedimento.
Medicamentos, drogas ilícitas e fumo
Acitretina: aguarde três anos após o término do tratamento
Analgésico (ex: dipirona, paracetamol, etc.): não impede a doação, a menos que a doença de base impeça.
Anorexígeno (ex: femproporex, anfepramona, sibutramina): aguarde sete dias após o fim do tratamento.
Ansiolítico (ex: Cloridrato de Buspirona): impede a doação por dez dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente e avaliado caso a caso.
Ansiolítico (ex: pregabalina): impede a doação por sete dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente e avaliado caso a caso.
Antiácido (ex: ranitina, omeprazol, pantoprazol, etc.): não impede a doação, a menos que a doença de base impeça.
Antiagregante plaquetário (ex: clopidogrel, ticlopidina, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 14 dias após o fim do tratamento.
Antialérgico (ex: loratadina, dexclorfeniramina, Fenergan, etc.): aguarde pelo menos sete dias após o fim do tratamento e o fim dos sintomas.
Antialérgico (Montelucaste, Levolucaste): apto três dias após a interrupção do medicamento.
Antiarrítmico (ex: amiodarona): impede a doação enquanto estiver em uso.
Antiasmático (ex: salbutamol, terbutalina, formoterol, salmeterol, Atrovent, Berotec, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento. Atenção! Pessoas com asma leve só podem doar se tiverem menos de uma crise por trimestre e sem necessidade de uso regular de medicamento.
Antibiótico (ex: amoxicilina, clavulin, cefaclor, cefazolina, ciprofloxacina, levofloxacina, etc.): aguarde 15 dias após o fim do tratamento e fim dos sintomas.
Anticoagulante (ex: heparina, varfarina, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 10 dias após o fim do tratamento.
Anticolesterolinêmico (ex: fibratos, estatinas como sinvastatina, rosuvastatina, etc.): não impede a doação a menos que esteja sendo usado para hipercolesterolemia familiar.
Anticoncepcional: não impede a doação.
Anticonvulsivante (ex: Gardenal, Hidantal, Tagretol, Depakene, carbamazebina, valproato, etc.): impede a doação enquanto estiver em uso. Aguarde sete dias após o fim do tratamento. Atenção! Pessoas com histórico de convulsões só podem doar sangue após três anos sem crises e sem medicamentos.
Anticonvulsivante (lamotrigina): impede a doação por nove dias após a suspensão do uso.
Antidepressivo (ex: fluoxetina, sertralina, amitriptilina, Donaren, venlafaxina, etc.): não impede a doação. Necessário avaliar a patologia de base.
Antidepressivo (ex: vortioxetina): impede a doação por 16 dias após a suspensão do uso do medicamento. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antidepressivo (ex: duloxetina): impede a doação por cinco dias após a suspensão do uso do medicamento. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antidepressivo (ex: bupropriona): impede a doação por dez dias após a suspensão do uso do medicamento. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antidiarreico (ex: loperamida, Imosec, etc.): depende da doença para a qual foi indicado.
Antiemético (ex: metoclopramida, Plasil, Dramin, etc.): depende da doença para a qual foi indicado.
Antienxaqueca (ex: Topiramato, etc): aguarde 48h após o fim do tratamento.
Antifúngico (ex: fluconazol, cetoconazol, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento.
Antifúngico tópico (ex: pomada de isoconazol, cetoconazol, etc.): não impede a doação a menos que a doença de base impeça, ou se a região afetada for próxima à área de punção venosa (dobra do braço).
Anti-hipertensivo de ação central (ex: metildopa, clonidina, reserpina), b-bloqueador (propanolol, atenolol, caverdilol, oxprenolol) e bloqueador alfa-adrenérgico (Prazosina, Doxazosina etc.): impede a doação por 48h após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde. Cada caso deverá ser avaliado.
Anti-hipertensivo inibidor de enzima conversora de angiotensina; antagonista de angiotensina; bloqueador de canais de cálcio (ex: captopril, enalapril, anlodipino, candesartan, olmesartan, losartana, nifedipina, anlodipina, etc.): não impede a doação.
Anti-hipertensivo vasodilatador (ex: hidralazina, minoxidil, etc.): 5 dias após a suspensão do remédio pelo médico assistente (administração via oral).
Anti-inflamatório (ex: AAS, Cataflan, cetoprofeno, ibuprofeno, Melhoral, meloxicam, nimesulida, piroxicam): não impedem a doação de sangue total, mas impede a doação de plaquetas por aférese.
Antipsicótico (ex: haloperidol, clorpromazina, quetiapina, etc.): impede a doação por sete dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antipsicótico (ex: bexpiprazol): impede a doação por 23 dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antipsicótico (ex: sulpirida): impede a doação por 48 horas após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Antipsicótico (ex: cloridrato de lurasidona): impede a doação por sete dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Ayahuasca: aguarde 12 meses após a suspensão do uso.
Canabidiol: impede a doação por 12 meses após a suspensão da medicação. É necessário avaliar a patologia de base.
Carbonato de lítio: impede a doação por sete dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Cigarro: aguarde duas horas após o uso.
Corticoide (dexametasona, prednisona, etc.): depende da doença para a qual foi indicado. Caso a doença de base não impeça a doação, aguarde 48h após o fim do tratamento.
Corticoide nasal (furoato de fluticasona, etc): apto quatro dias após término do tratamento.
Corticoide tópico (pomadas): depende da doença para o qual foi indicado.
Danazol: aguarde seis meses após o fim do tratamento.
Droga ilícita (ex: LSD, ectasy, cocaína, etc.): impede a doação por 12 meses após suspensão do uso.
Droga ilícita injetável: impede a doação de sangue em definitivo.
Dutasterida: aguarde seis meses após o término do tratamento.
Estimulante do Sistema Nervoso Central (modafilina, modafinil): impede a doação por quatro dias após a suspensão do uso.
Etretionato: impede a doação de sangue em definitivo.
Finasterida (Proscar): aguarde um mês após o término do tratamento.
Fitoterápico e homeopatia: impede a doação por 24h após o uso.
Hipnótico (Zolpidem): impede a doação por 24h após o uso.
Hipoglicemiante oral (ex: metformin, Glifage, glicazida, Invokana, Jardiance, Fortiga) ou injetável (ex: Byetta, Bydureon, liraglutida, lixisenatido, saxagliptina): não impede a doação.
Hormônio do crescimento hipofisário humano (não recombinante): impede a doação de sangue em definitivo.
Hormônio antiestrogênio: impede a doação por três meses após o término do tratamento.
Homeopatia: impede a doação por 24h após o uso.
Hormônio do crescimento recombinante (ex: Genotropin, Homotrop, Norditropin, Saizen, Somatrop): não impede a doação.
Hormônio feminino (estrogênio): não impede a doação.
Imunobiológico (ex: teriflunomida, metrotexato, infliximab, etc.): impede a doação de sangue em definitivo.
Inibidores enzimáticos (Zyloric, Xantur, Labopurinol, Alopurinol, Lopurax): apto oito dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente, se não houver artrite aguda ou doença renal relacionada à hiperuricemia.
Inibidores de prolactina (Cabergolina): inaptidão de 90 dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente.
Insulina: impede a doação de sangue em definitivo pela doença de base.
Isotretinoína (Roacutan): aguarde um mês após o término do tratamento.
Maconha: aguarde 12 horas após o uso.
Minoxidil tópico para tratamento de alopecia: Uso tópico: não impede a doação.
Uso oral: 5 dias após suspensão do remédio.
Moderadores do apetite (sibutramina): impede a doação por quatro dias após a suspensão da medicação.
Opióide (ex: morfina, tramadol, Tylex, Dolantina, metadona, naltrexona): depende da doença para a qual foi indicado.
Narguilé: aguarde 12 horas após o uso.
Ritalina, Venvanse: impede a doação por quatro dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Sonífero (ex: benzodiazepínicos, como Lorax, Olcadil, Rivotril, Valium): não impede a doação, exceto se a dose for elevada.
Termogênico: impede a doação por 48h após o uso.
Testosterona: aguarde seis meses após o fim do tratamento.
Venvanse: impede a doação por quatro dias após o uso. Não suspenda medicamentos de uso contínuo sem orientação médica, pode haver riscos para sua saúde.
Vermicida (ex: albendazol, Anita, mebendazol, etc.): aguarde sete dias após o fim do tratamento.
Procedimentos estéticos
Botox: aguarde sete dias após o procedimento.
Furo na orelha: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.
Laser com abrasão da pele: pode doar após a completa cicatrização da pele.
Maquiagem definitiva ou micropigmentação: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.
Microagulhamento: Apto após o processo de cicatrização, desde que o material seja descartável e o procedimento tenha sido realizado por profissional da saúde com autorização da Vigilância Sanitária. Apto após 12 meses se não se enquadrar no critério citado.
Micropigmentação: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.
Piercing: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.
Piercing na boca ou na região genital: impede a doação por pelo menos 12 meses após a retirada do acessório.
Preenchimento com ácido hialurônico: aguarde sete dias após o procedimento.
Tatuagem: aguarde 12 meses após o procedimento. O prazo pode diminuir para seis meses se o candidato à doação apresentar foto do registro do estúdio na Vigilância Sanitária e nota fiscal do estabelecimento.
Procedimentos odontológicos
Ajuste de aparelho: aguarde um dia após o procedimento, se não houve sangramento nem uso de anestesia.
Drenagem de abcesso: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Extração dentária: apto após sete dias.
Gengivite: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Implante dentário: aguarde um mês após o tratamento.
Remoção de tártaro: aguarde três dias após o procedimento.
Tratamento de canal: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Procedimentos sem anestesia nem sangramento (ex: tratamento de pequenas cáries, ajuste de aparelho): aguarde um dia após o procedimento.
Outras cirurgias odontológicas com anestesia local: aguarde 15 dias após o fim do tratamento.
Outros procedimentos odontológicos com anestesia local: aguarde três dias após o procedimento.
Saúde da mulher
Aborto: três meses após o evento;
Amamentação: 12 meses contados da data do parto;
Anticoncepcional: não impede a doação;
Curetagem: 12 semanas após o procedimento;
Gravidez: impede em caso confirmado ou suspeito;
Menstruação: se o fluxo não for intenso, não impede a doação de sangue;
Parto cesariana: seis meses após o evento.
Parto normal: três meses após o evento.
Vacinas
| ATENÇÃO! Vacinas em estudo clínico e/ou sem registro na Anvisa impedem a doação por 12 meses após a última dose. |
Antirrábica: Se tiver sido aplicada após exposição animal, impede a doação por 12 meses.
BCG: aguarde 30 dias após a imunização.
Brucelose: aguarde dois dias após a imunização.
Catapora: aguarde 30 dias após a imunização.
Caxumba (parotidite): aguarde 30 dias após a imunização.
Cólera: aguarde dois dias após a imunização.
Coqueluche: aguarde dois dias após a imunização.
Covid-19 (Coronavac / Instituto Butantan): aguarde dois dias após a imunização.
Covid-19 (Oxford / AstraZeneca / Covishield): aguarde sete dias após a imunização.
Covid-19 (Pfizer / BioNTech): aguarde sete dias após a imunização.
Covid-19 (Janssen): aguarde sete dias após a imunização.
Covid-19 (Pfizer bivalente): aguarde sete dias após a imunização.
Dengue: aguarde 30 dias após a imunização.
Difteria: aguarde dois dias após a imunização.
Dupla do tipo adulto – dT (difteria e tétano): aguarde dois dias após a imunização.
Dupla viral ou tríplice viral: aguarde 30 dias após a imunização.
DTPa: aguarde dois dias após a imunização.
Febre amarela: aguarde 30 dias após a imunização.
Febre tifóide injetável: aguarde dois dias após a imunização.
Febre tifóide oral: aguarde 30 dias após a imunização.
Hemophillus influenzae do tipo B: aguarde dois dias após a imunização.
Hepatite A: aguarde dois dias após a imunização.
Hepatite B recombinante: aguarde dois dias após a imunização.
Herpes Zóster: aguarde 30 dias após a imunização.
HPV: aguarde dois dias após a imunização.
Influenza: aguarde dois dias após a imunização.
Leptospirose: aguarde dois dias após a imunização.
Lisado bacteriano (Broncho-Vaxom; Paxoral, Extralerg): aguarde quatro semanas após suspensão da medicação pelo médico assistente.
Meningite: aguarde dois dias após a imunização.
Omalizumabe (Xolair): aguarde 156 dias após a suspensão do medicamento pelo médico assistente. É preciso ainda avaliar a doença de base.
Peste: aguarde dois dias após a imunização.
Pneumococo: aguarde dois dias após a imunização.
Pólio (Salk): aguarde dois dias após a imunização.
Pólio oral (Sabin): aguarde 30 dias após a imunização.
Rotavírus: aguarde 30 dias após a imunização.
Rubéola: aguarde 30 dias após a imunização.
Sarampo: aguarde 30 dias após a imunização.
Soro animal (imunoterapia passiva heteróloga): impede a doação por quatro semanas.
Soro humano (imunoterapia passiva homóloga): impede a doação por 12 meses.
Tétano: aguarde dois dias após a imunização.
Tetra: aguarde dois dias após a imunização.
Tríplice bacteriana: aguarde dois dias após a imunização.
Tríplice viral ou dupla viral: aguarde 30 dias após a imunização.
Varicela (catapora): aguarde 30 dias após a imunização.
Varíola: aguarde 30 dias após a imunização.
Viagens ou Residência no exterior
Viagens para áreas endêmicas de malária impedem a doação por 30 dias.
– Áreas endêmicas no Brasil: Região Norte, Mato Grosso, Maranhão.
– Algumas áreas endêmicas no exterior: África do Sul, Angola, Bolívia, Cabo Verde, Camboja, China, Colômbia, Costa Rica, Egito, Filipinas, Índia, Indonésia, Marrocos, México, Panamá, Paraguai, Peru, Tailândia, Turquia, Venezuela, Vietnã, Zimbábue.
Estados Unidos da América: aguarde 30 dias após o retorno
Candidatos à doação de sangue que tenham viajado para regiões endêmicas ou com epidemias confirmadas, nacionais ou internacionais, de doenças infecciosas que não sejam prevalentes na região da doação (não endêmicas) deverão ser considerados inaptos por 30 dias.
Pessoas que tenham permanecido por mais de três meses no Reino Unido e/ou República da Irlanda entre 1980 e 1996 estão impedidos de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.
Pessoas que tenham permanecido por cinco anos ou mais, consecutivos ou intermitentes, na Europa após 1980 até os dias atuais estão impedidos de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.
Pessoa que tenha recebido transfusão de sangue no Reino Unido após 1980 está impedida de doar sangue no Brasil devido aos riscos de exposição ao príon da doença da vaca louca.
Outros
Pessoa que, nos últimos 12 meses, esteve em confinamento obrigatório não domiciliar por mais de 72h e seus parceiros sexuais ficam impedidos de doar sangue por 12 meses.
Mitos e Verdades


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NÉ preciso não ingerir alcoólicos antes de doar sangue
Para doar sangue é preciso que você não tenha ingerido álcool nas últimas 12 horas.
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QDoar pode prejudicar a saúde
Após uma doação, o sangue tende a voltar ao normal rapidamente e, portanto, não há fraqueza. O volume de sangue coletado é baseado no peso e na altura do doador. Além disso, o organismo repõe todo o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação.
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QDoar engorda
Não engorda nem emagrece. O volume de liquido é reposto em 24 horas.
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NDoar sangue é um processo rápido, não é demorado
Em média, na primeira doação, do momento em que doador entra no banco de sangue até o fim de todos os procedimentos, ele gasta em torno de duas horas. Nas próximas vezes, o tempo gasto é entre 60-75 minutos.
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NMulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar
As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.
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QQuem teve dengue nunca mais pode doar sangue
Mentira. O organismo cria anticorpos contra as infecções virais e com isso o virus é neutralizado. Há um período de quarentena de um mês entre a infecção e a liberação para a doação. No caso de dengue hemorrágica, o período é de seis meses.
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QMulheres não pode doar sangue durante a menstruação
A perda de sangue que ocorre durante a menstruação é uma perda prevista pelo corpo da mulher e seu organismo está adaptado a fazer a reposição necessária. Em cada doação de sangue são coletados em torno de 450 mL de sangue, o que corresponde menos de 10% do total de volume sanguíneo. Essas células sanguíneas doadas são repostas pelo organismo ao longo do tempo e não fará falta no desempenho das funções metabólicas da pessoa que doou. Por isso, a doação de sangue durante o período menstrual não apresenta nenhum risco à saúde da mulher. A candidata será avaliada em uma triagem que avaliará se o hematócrito está bom para a doação.
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NO doador não tem risco de contagio de doenças
Verdade, pois todo o material utilizado é descartável, não há contato com sangue de outra pessoa.
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NPessoas com menos de 50 kg não podem doar
O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.
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QQuem tem piercing e tatuagem não pode doar
Apenas pessoas com piercing na boca não podem doar sangue pois a boca está mais receptiva a infecções. Elas só estão aptas a doar 12 meses após a retirada. Pessoas que fizeram tatuagem, maquiagem definitiva e outros processos com perfuração da pele devem esperar 12 meses para voltar a doar sangue.
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NIdosos não podem doar sangue
Em 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.
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QSó podem doar sangue maiores de idade
Adolescentes de 16 e 17 anos podem doar sangue. Fisicamente eles já estão aptos para doar sangue, desde que cumpram todos os requisitos básicos para doação, mas por serem menores de 18 anos, precisam de autorização dos pais ou responsável.
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NNão posso doar sangue após ter sido vacinado
É recomendado levar a carteira de vacinação no dia da doação. Vacinas para hepatite B, impedem a doação por 48 horas. Já a vacina da influenza (gripe) impede a doação por quatro semanas.
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NO doador não vai sentir falta desse sangue no seu corpo
A reposição do volume de plasma ocorre em 24 horas e a dos glóbulos vermelhos em 4 semanas. Entretanto, para o organismo atingir o mesmo nível de estoque de ferro que apresentava antes da doação, são necessárias 8 semanas para os homens e 12 semanas para as mulheres.
Depoimentos
Conheça as emocionantes histórias de doadores e receptores de sangue, verdadeiros heróis da vida real. Cada depoimento é um testemunho do impacto direto da doação. Essas narrativas de superação e gratidão são um convite para se unir a nós nesta nobre missão de salvar vidas!
Sua doação é a esperança que muitos precisam.
A importância do sangue humano é imensurável. Não pode ser substituído, vendido ou fabricado, tornando-o indispensável e único. Junte-se a nós e faça parte desta corrente de solidariedade. Juntos, somos capazes de transformar vidas!
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